Hoje o Sesc não fez o efeito de sempre. E eu senti. Foi mais difícil exercitar-me, cansei mais e no final não deu aquele mini-entusiasmo habitual. A tristeza atacou mais forte, amanhecei com um nó dentro do peito, um misto de saudade com desespero e humilhação. Esta última, dispenso, e até com certa convicção. Já trabalhei a idéia de que so ficarei humilhada se eu mesma nutrir essa idéia, mas eu quis entrar nessa aventura, o risco era altíssimo, eu sabia e arrisquei. O tombo foi grande e o coração... quebrou-se. Está sendo difícil matar a esperança, ela não gosta de morrer, e insiste, insiste. Talvez eu não deva mesmo matá-la, mas também não posso dar-lhe incentivos em busca do quenem existe, pois o G não tem, e talvez nunca tenha tido, amor por mim. Também não adianta ficar pensando no que ele sente ou deixa de sentir. É página virada e tenho que me convencer disso.
O que Maurício disse, o que andei lendo e meu surpreendente bom senso me dizem já basta par ame salvar. Sílvia é a amiga, dura, que mais demonstra saber o que estou passando. Ela é bem surrada pela vida.
Tenho algumas vitórias; mantenho o corpo em forma e sou boa (assim espero) para AJ que não tem nada a ver com tudo isto. No fim de semana que acabou agora, ele sentiu-se bem, ficou aqui um tempão impedindo que eu trabalhasse mais e isso é bom sinal. Estava feliz. Espero contribuir para que ele continue assim.
E espero que Deus limpe meu coração, tire meus conceitos machistas da cabeça e... me dê lindas surpresas no ano que começa na próxima quinta feira.
E vamos trabalhar.
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